29 de ago. de 2009

que a cada dia possa

passar

leve

como uma bailarina que pinta os muros

linda

com uma gota de tinta

na pontinha do nariz


já que sabe que amanhã

alguem vai aprender a amar

de novo.

28 de ago. de 2009

Participe

O Lupa do Vovô se tornou um Projeto Artístico e agora é um Coletivo.
Interessados em participar deixar comentario com email ou enviar para edu.bruno@gmail.com para ganhar cadastro no blog.

o Projeto começa a tomar forma e sair da internet!

Vamos para as ruas..

Chile pode descriminalizar consumo coletivo de maconha em locais privados

Chile pode descriminalizar consumo coletivo de maconha em locais privados

Santiago do Chile, 27 ago (EFE).- O Governo chileno avalia a possibilidade de descriminalizar o consumo coletivo de maconha em espaços privados, informaram nesta quinta-feira fontes oficiais.
"Estamos estudando fazer uma proposta para que o consumo privado não seja considerado como uma infração, que o particular não tenha a ver com a justiça", disse hoje a diretora do Conselho Nacional para o Controle de Entorpecentes chileno (Conace, na sigla em espanhol), María Teresa Chadwick.
"Com esta iniciativa, a descriminalização cai no consumo e não nas drogas, já que estas continuam sendo ilegais", destacou Chadwick em declarações à edição eletrônica do jornal "La Tercera".
No Chile, a lei de drogas não pune o consumo privado de maconha e, desde 2005, considera que as pessoas que usam entorpecentes nestes espaços cometem uma infração e não um crime, mas sempre que o façam individualmente.
Na terça, a Justiça argentina descriminalizou o consumo parcial de drogas e declarou como inconstitucional punir um adulto por consumi-la se não põe terceiros em risco.
"É bom que os países modifiquem suas legislações para que os consumidores não venham para as prisões, já que é preciso separar o consumo do tráfico", afirmou a diretora do Conace.
O Estudo Nacional de Drogas na População, que o Conace faz a cada dois anos, revelou uma alta em quatro pontos percentuais na oferta de maconha no Chile entre 2006 e 2008, somando 25%, ou seja, um em cada quatro jovens chilenos já recebeu ofertas para consumir a droga.
No Chile, por causa da legislação, se alguém é surpreendido portando ou consumindo maconha em um local público, habitualmente a Polícia o acusa de tráfico de drogas, sem importar a quantidade da substância ilícita apreendida.
Os juízes, frente a pequenas quantidades de droga, costumam considerar o ocorrido como uma infração e não um delito. O infrator é punido com o pagamento de uma multa, mas às vezes as reviravoltas da Justiça complicam a vida dos julgados por um longo tempo.
É o caso do árbitro peruano de futebol Georges Buckley, que na terça passada deveria ter apitado em Santiago o jogo entre Unión Española (CHI) e La Equidad (COL) pela Copa Sul-Americana e não pôde fazê-lo porque foi detido no aeroporto.
Buckley tinha uma ordem de detenção contra si pendente em um tribunal de Santiago desde 1997, quando estudava Engenharia Comercial no Chile e foi surpreendido com um cigarro de maconha em um show de rock.
Embora a infração tenha sido considerada leve, o fato nunca desapareceu dos arquivos e fez Buckley passar por maus bocados. Apesar de seu comparecimento à Justiça chilena ter durado apenas cinco minutos, ele não conseguiu apitar o jogo.



consciência e redução de danos.

27 de ago. de 2009

Ciência, Arte e Busca









Esta imagem da cavidade nasal recebeu um prêmio em concurso da revista "Science"' e da Fundação Nacional de Ciência dos EUA











O radiologista chinês Kai-hung Fung desenvolveu uma técnica que transforma tomografias computadorizadas em 3D para diagnósticos médicos em arte.

O especialista, que trabalha no Hospital Pamela Youde Nethersole Eastern, em Hong Kong, já teve sua obra reconhecida.

Uma imagem da cavidade nasal feita por Fung recebeu um prêmio em um concurso da revista Science e da Fundação Nacional para a Ciência, nos Estados Unidos.

O que Fung criou em 2006 é o que chama de "Técnica Arco-Íris", na qual adiciona cor às imagens do computador. "Estas imagens que eu crio são produzidas diretamente de um terminal médico de 3D, representando o que eu vejo nele", disse o especialista. "Eu não uso programas de computador como o Photoshop para mudar mais as imagens."

"O meu objetivo é preservar a relação direta entre os dados e a obra de arte. É uma verdadeira integração de arte, ciência e tecnologia e tanto pode ser estudada cientificamente quanto apreciada como arte visual."

"As imagens estão cheias de informação. Cada linha ou ponto representa uma estrutura anatômica específica do organismo em estado normal ou debilitado. Isto cria uma perspectiva pouco comum."